Foi se, o vigor da minha juventude, em plena primavera,
Passou veloz feito estrela cadente, em noite enluarada!Embebedei me em fantasias loucas e em vão eu quisera,
Beber o calix da vaidade, da felicidade, na madrugada…
Ah! O destino sorriu de mim, zombou de minha decepção,
Calou, no fundo de minha alma, o desejo que me consumia!
E a verdade, logo engoli, seco, perdi em segundos o chão.
Jamais senti tanto pavor! Pés, mãos, o corpo todo tremia!
Deus, clamei em alta voz, tirai-me deste pesadelo infernal!
Por que, se me deste a vida, deixai-a ir sem que eu a viva?
Oh, não! No auge de minha florada… Vida sem rumo, banal.
Elevo os pensamentos em alucinações profundas… Soltas!
Profecia?! Quero que você, neste mundo, para nada sirva!?
Sempre, desgraças vêm a galope e alegrias em conta gotas
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