Encontro uma profunda magoa,
Sem que possa desfazer teu pranto,
Restaurar tua alegria, tirar teu manto,
Parar a lagrima que desce como água.
Eu não me encontro nos teus olhos
Na tua alma eu me perco confuso
Pareço até que sou um intruso
Ou um monstro dos abrolhos.
Ah! Tristeza que nunca tem fim
Nestes olhos teus angelicais
Sei que eu não poderei jamais
Tê los sempre só pra mim.
Mas guardarei na lembrança
Nos meus olhos, os teus, criança.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 01.06.09
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