Nem sei onde colocaram,
O corpo inerte de papai.
Suas palavras já calaram,
Nesta hora tudo se vai,
Planos, sonhos e ilusões,
Soluços, dores e abandono.
Ficam só as recordações,
Mergulho em profundo sono.
E eu vou ainda saber onde
Descansa aquele que um dia,
Brincava de esconde esconde
Comigo, e sempre me dizia,
Filho, seja sempre uma criança,
É assim que se tem esperança!
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 15.10.09
Nenhum comentário:
Postar um comentário