À minha amiga Leila Olandini
Oh! Alma inerte
Admirar-te quero,
No íntimo, o peito,
A vida toda espera.
Fagulha de luz,
De todas as estrelas,
Fonte de amor
De todas as paixões.
Na busca louca
Da loucura intensa,
Mergulho em ti
Para poder rever-me.
Grito! O mundo é surdo!
No ar a voz a tremular,
O vento urge bravo
No pestanejar da noite.
O olhar se perde fácil,
E num piscar se vai
O pensamento ao léu,
Cortando véu e céu...
A iluminar se detém,
A própria fonte de luz,
Ofuscada com o brilho
Que vem dos olhos dela.
Poeta Camilo Martins
Nenhum comentário:
Postar um comentário