Só agora, amor, hoje mesmo foi que compreendi...
Na luz de um silencio, na negação de ouvir tua voz!
E na solidão de nós dois, vou eternizar tudo que vivi.
Esquecerei assim pra sempre o que se refere a nós...
Peço perdão por ter te aborrecido ou mesmo um fardo!
Éramos quase meninos... Mas o tempo passa, enfim,
Estamos no entardecer da vida, a flor virou um cardo.
Tens razão, como dizes: Esquecer é o melhor pra mim!
Sentirei falta dos meus fantasmas... Sim eu confesso!
Mas não é a imensidão do mar que o torna tão lindo...
É a incerteza das ondas que vem e logo se vão indo!
E assim é a existência neste nosso infinito universo...
Mas, fica em paz, jamais te importunarei outra vez,
Prometo do fundo da alma, minha fênix... [Talvez!]
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 17.01.2015
15h11min [Tarde]
Estilo: Soneto
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