Penetro em teu corpo, em teu sonho,
Estou em tua vida, e na tua alma...
Feliz, alegre, extremamente tristonho,
Nus entrelaçamos... Em doce calma!
Não temos pressa, metarmofoseamus
Lentamente, francamente, friamente!
Só o tempo pode dizer se nus amamus,
E se há um corpo estranho eternamente.
Pra sempre... Em mim, em ti, em nós...
Nasci ou morri mais uma vez, logo após?!
E o eco repercutante responde ao grito...
Que do profundo do meu ser aflora aflito,
O que restou da nossa fusão intracorporal,
Além do corpo estranho e sobrenatural?!
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 18.04.09
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