Deus, que maldade de Maurícia!
Da minha vida de outrora...
Quando eu não tinha malícia,
No tempo que o amor aflora!
Maurícia era na minha vida,
De luar tão cândido, uma deusa,
Pois minha alma por ela era lida,
Que ficava vulnerável e indefesa...
Maurícia, o coração grita teu nome!
Até hoje não esquece teus assovios...
Essas lembranças alimentam a fome!
Fome de um viver que jamais voltará,
Saber que me controlava com elogios...
E eu, Maurícia, sempre cego ao teu olhar!
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 16.10.10
18:39 [Noite]
Estilo: Soneto
Nenhum comentário:
Postar um comentário