domingo, 21 de setembro de 2025

Maurícia...

 Deus, que maldade de Maurícia!

Da minha vida de outrora...

Quando eu não tinha malícia,

No tempo que o amor aflora!


Maurícia era na minha vida,

De luar tão cândido, uma deusa,

Pois minha alma por ela era lida,

Que ficava vulnerável e indefesa...


Maurícia, o coração grita teu nome!

Até hoje não esquece teus assovios...

Essas lembranças alimentam a fome!


Fome de um viver que jamais voltará,

Saber que me controlava com elogios...

E eu, Maurícia, sempre cego ao teu olhar!


Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 16.10.10

18:39 [Noite]

Estilo: Soneto

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