Ao amigo Aquino Tomaz
Pergunto a mim mesmo, louco, em alucinação,
De que universo surgiste, lindo e doce encanto?
Tiraste do teu mundo o prazer desta fascinação?
Inrrompeu-me cascata de lágrimas no meu canto.
Viva o planeta que te enviou! Deusa da beleza...
Salve, salve, santo buraco negro, que adentrastes!
Se minha alma não abraçasse a tua, que tristeza!
Mas o maior amor se revela, eu sei, nos contrastes.
Eternizarei teus belíssimos e perfeitos traços, amor,
Nos magistrais fractais Aquinianos! Onde o irreal,
Toma vida nas sensitivas mãos do artista e o clamor
Que se ouve desde a constelação de Órion, em coro...
Em uníssono! Fica, me envolve como aurora boreal!
Enxuga minha lágrima, para pra sempre meu choro.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 12.04.2012
20:35 [Noite]
Estilo: Soneto
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