sábado, 10 de agosto de 2024

É Dor também

 

Há uma dor bem dolorida

Mas que não doe com dor doida

É a dor da espera que a gente tem

Que aturar com paciência sofrida.

 

Não é a dor de uma doença

Não é uma dor do corpo

É dor da alma e do coração

Da falta de compreensão.

 

Da demora no cumprimento

De um favor prometido

Espera de algo que não se sabe

Se realmente vem, ou não...

 

Aquela dor de ser esquecido

Do se ficar deveras deprimido

E a espera... E o tempo a passar

E nada acontecer! Espera e espera.

 

E a dor continua alimentando assim

Outros sentimentos e a angustia...

Aumenta, a esperança vai findando, e a

Confiança no prometido desaparecendo.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 05.06.09

É cedinho e...

 

Há muitos pássaros a cantar,

Uma lua minguante no céu,

Sem mais casais a alumiar...

Cafezinho no bule, pão e mel!

 

É cedinho e nem despertei,

Minha amada ainda na cama,

Um prazer imenso já gozei...

E ela sonhando que me ama!

 

É cedinho, o sol ainda não saiu,

Uma neblina invade a casa,

Uma lagartixa da cerca caiu...

E eu quente que nem brasa!

 

É cedinho e ouço o riacho correr,

Os preás lá no paiol, distante,

Estão os nossos cereais a roer...

Com a vontade de um amante!

 

É cedinho e os bezerros a berrar,

Os cabritos todos no terreiro,

Desesperados pra na mãe mamar...

E longe, ainda canta um seresteiro!

 

É cedinho, mas todas as manhãs,

São, com certeza, bem diferentes,

Não lavam as roupas no rio as cunhãs...

Nem visitam a gente os parentes!

 

É cedinho, penso em me levantar,

Pela janela, vejo pulando um veado,

Sorrindo baixinho, começo a bocejar...

Volto a dormir, lembro que é feriado!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 24.06.2011

É assim que não vivo

 Não sei se sei

Não vou dizer

Não engano

Não suporto

Não suposto

Não desgosto

Não agosto

Não perto

Não longe

Não distante

Não na frente

Não atrás

Não de lado

Não em cima

Não embaixo

Não pra baixo

Não quero

Não vejo

Não ando

Não corro

Não mato

Não morro

Não em ti

Não em mi

Não em dó

Não hoje

Não ontem

Não amanhã

Não distante

Não na estante

Não feirante

Não errante

Não na terra

Não na serra

Não no céu

Não ao léu

Não pra lá

Não pra cá

Não na lua

Não na tua

Não no sol

Não no arrebol

Não sinto

Não minto

Não tinto

Não amargo

Não trago

Não fico

Não posso

Não poço

Não vou

Não estou

Não louco

Não pouco

Não toco

Não peco

Não levo

Não meto

Não pico

Não montanha

Não picanha

Não dor

Não amor

Não ódio

Não pódio

Não vitória

Não além

Não no trem

Não prata

Não ouro

Não vem

Não vai

Não ventre

Não nascer

Não viver

Não saber

Não se mover

Não planta

Não pé

Não ré

Não ir

Não partir

Não parir

Não pará

Não Belém

Não pintar

Não o sete

Não anão

Não gigante

Não acaba

Não sincero

Não eu quero

Não peão

Não boiadeiro

Não não não

Não não não

Não não não

Não não não

Não não não

Não não não 

É Assim Mesmo

 

TUDO É VELHO

NA VIDA NOVA

ONDE TUDO PASSA

 

PASSO-A-PASSO

TUDO SE VAI

E SE PERDE

 

NA POEIRA

NO VAPOR

NA FUMAÇA

 

TUDO PASSA

SÓ NÃO PASSO

PARA TRÁS

 

O AMIGO

OU INIMIGO

TUDO ENFIM

 

NA VIDA DA GENTE

GIGANTE É O TEMPO

PASSA E NÃO VEMOS

 

SE VEMOS FINGIMOS

QUE NÃO É, E DEIXA

ESTAR ASSIM MESMO.

É assim...

 

Calma! A vida

É assim mesmo.

Um dia e solidão,

Outro e tristeza,

Lagrimas...

Finalmente vem

O descanso

Eterno e tudo

Aqui se apaga.

E agora?

 

O que dizer deste mundo agora, amigo?

Há desgraças por toda parte, tristeza...

Angústia, sofrimento, fome, pouco trigo!

O homem destrói a si mesmo, incerteza...

 

A humanidade entra em um beco sem saída,

Voa rumo a um buraco negro, para marte...

Nem pensam mais na terra, viagem só de ida!

Navio que se vai, não há porto além, mas parte!

 

Numa questão de tempo a extinção será certa,

A porta para o rumo exato ainda não está aberta!

Caminhamos tanto, pés cansados, quanta dor!

 

Falta, água, falta comida, falta sempre o amor...

Estamos perdidos, amigo, grito, choro, criança!

Ufa! Era apenas um pesadelo! Há, sim, esperança!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 25.03.2014

20h26min [Noite]

Estilo: Soneto

E a vida

 

A vida são pontos e traços

... começo * abraços

? no meio * porquês

!!! muitas * admirações

: vai saber * resultados

, la pelas tantas * foi assim

-- Quase * vai indo

. no final * o fim

ou às vezes, pode ser só um parágrafo...

e

                                                                            n

                                                                                a

                                                                                    p

                                                                                        r

                                                                                           o

                                                                                               x

                                                                                                   i

                                                                                                      m

                                                                                                           a

                                                                                                         p

                                                                                                       a

                                                                                                     g

                                                                                                   i

                                                                                                n

                                                                                             a

                                                   começa tudo outra vez...

                                                                                          t

                                                                                             a

                                                                                                 l

                                                                                               v

                                                                                            e

                                                                                         z !!

                                                                          ou

                                                                                 N Ã O. (?)

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 24.04.09

Dúvidas

 Não sei se vou te amar por toda a minha vida,

Há algo estranho que me invade o centro da alma!

E em triste ebulição dos pensamentos, a dúvida,

Que se contorce em mim causando um trauma.

 

E eu não consigo superar este em tal momento,

A dor tremenda queima, é um terrível vulcão...

Peço a Deus socorro em fortes gritos de lamento,

Que do coração sobem ao céu em forma de oração.

 

Não sei se vou aguentar esta situação de desespero!

Por onde quer que eu ande até a linha do horizonte,

De um oceano a outro eu posso ver rio sem ponte.

 

Aquela mesma cena de desamor, no mundo inteiro!

Mas, é certo, aumenta o ódio, o amor desaparecerá.

Não sei mesmo se vou te amar! Vou te amar? Será?

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 23.04.09

Draskuer

 Já me disseram sim,

Eu disse amém.

Já me disseram não,

Eu disse adeus.

Já me disseram talvez,

Eu disse entendo.

Já me disseram nunca,

Eu disse não sei.

Já me disseram quem sabe,

Eu disse é Deus.

Já me disseram tchau,

Eu disse até logo.

Já me disseram é o fim,

Eu disse é o começo.

Já me disseram é dor,

Eu disse suporto.

Já me disseram é ódio,

Eu disse é amor.

Já me disseram esqueça,

Eu disse jamais.

Já me disseram é tarde,

Eu disse espero.

Já me disseram tudo,

Eu disse só um pouco...

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 12.01.10

Dois em um

 

Quando estou em ti

Não me conheço

Quando estás em mim

Te desconheço

 

                               Somos o mesmo, tu e eu

                               Eu em ti, tu em mim

                               Nós dois um só, só um

                               E assim nus vemos

 

Somos um do outro

Somos um pro outro

Outra vida e sentimentos

Sentimentos noutra vida

 

                               Sem você não existo

                               Não há vida e pulsação

                               Há tristeza e depressão

                               Para tudo, coração...

 

Não há explicação

Essa linda relação

Amor, amor e amor

Tudo é... Mistério.

Doces lembranças amargas

 Visões do anoitecer,

clarões de luz à meia noite,

luz do alvorecer a

iluminar o meu passado.

 

Minha mente vai retrocedendo

e apagando, volta tanto

que quando brilha novamente

ainda com certeza sonho.

 

Minha vida, oh! Sofrimento

eterno de minha alma,

quando ao passado volto,

luzes, o meu ser se acalma.

 

Mas angustiadamente à luz

da lua da madrugada de

meu ser mergulho

 

a procura nas matas, lá na

serra, fragmentos felizes

da infância em minha terra.

 

Mas que distante agora

aquela vida, só quero sim

que sempre em mim resida.

Do_minar

 

Ele dó_mina,

Tu do_minas,

Eu, dominó!

Diz um velho caipira...

 

Num vejo mais cumo antigamente, não, mô fii...

Hoje, a vista já imbaraçada, cansada... Tudo si foi!

É muito deferente du vigô da juventudi, e apôi...

Pur quarqué mutivo a gente senti muito frii!!

 

As perna já num obedece mais, só bambeiam...

Dos braçus a força si foi há muito tempo atráis!

Querê fazê e sê cumo fumo antis, issu jamais...

As preguntas dimais prá nóis véi, só chateiam!

 

Pois sem ouvi direito mi dói inté dentru dá árma.

Sem um pingo di pacência, percu logo a carma...

E tentu fugi de mim mermo, mi socorra a morti!

 

Dôris no corpo, peito, tudo sempri muito forti...

Fiinho, traga logo o meu chá... É madrugada infim!

Priciso discansar, discans... disca...dis... [ Foi o Fim ].

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 16.07.2010

Divinolândia

 

São muitas imagens vindas ao pensamento,

E muitos sons que vem nesse vendaval...

Dos doces fluidos tudo é um festival!

Já fiz da minha vida toda um juramento.

 

Vejo ao lembrar da infância distante,

As ruas, as grotas de águas barrentas...

Até as primas e aquelas tias briguentas!

E os “amiguinhos” que eu não era amante.

 

A cidade pequena pobre e empoeirada,

Com tanto Zé, Luiz, Antônio e Francisco!

E porco, pato e galinhas espalhando o cisco...

Jumentos, bois e cabritos entupindo a estrada.

 

Sem luz elétrica, sem nenhuma modernidade,

Mas era assim mesmo que eu tanto a amava!

Quando desembarquei no mundo ela era feitoria...

 

Mas dois anos antes Agricolândia já se chamava...

E hoje eu muito distante daquela “bela” cidade...

Certamente, Divinolândia era o nome que eu daria.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 14.01.09


Distância

 

Vida essa

de

lembranças

vãs

de loucuras

muitas

pelos

pampas

à fora.

Campos

caatingas

verdes

matas

roça

queimada

cheiro

cheiroso

gostoso

inimaginável

esquecer

a vida

a correria

as brincadeiras

vida bem

vivida

carrocel

feliz

cavalos

bois

rios

cabritos

as meninas

os amigos

namoradinhas

interior

tudo enfim

indelével

grudado

gravadas

imagens

na mente

não sai

não vai

com o

tempo

não tenho

tempo

para

esquecer

nem a

distância

nem a vida

passando

não leva

não destrói

não corrói

nem apaga

nunca

pássaros

borboletas

catirinas

Maria-

Quen-Quem

nas caixas

de fósforo

fisgo

grudando

o pássaro

bigode

papa-capim

canário

colerinha

e no açapão

pipiras

chico preto

cai não cai

o currupião

arapuca

rolinha

nambu

faz isso

não

deixa as

bichinhas

todos

precisam

viver

vóvó

gritando

traz o sabiá

vai cantando

assobiando

de mansinho

tá no ninho

coitadinho

peladinhos

com frio

ou não

não vai

chorar

na distante

época

bela da

vida e que

verdadeiramente

de vive e vive-se

muito bem

e tudo ali

ficando

na memória

de quem

realmente

ama e isso

não tem

distância

futuro

só a morte

pode

apagar

pra sempre.

Dipisil

 

Quando nos conhecemos, há mais de três décadas,

Éramos apenas meninos, feito flores em formação!

Tu de olhar trigueiro e lábios molhados na floração,

De um jardim colorido de lindas pétalas mescladas!

 

Aquele tempo nunca se apagará de minha memória,

Mesmo que o sol aqueça sete vezes e tudo se vá além!

Nossos encontros, os beijos, os abraços e até o amém...

Que dizíamos juntos... Tudo é parte dessa história!

 

Triste o destino que nos separou em plena juventude,

E as diferenças em todos os graus, latitude e longitude...

Tomamos caminhos diferentes, foi-se nossa primavera!

 

Depois, quando te vi mulher... O mesmo encantamento,

Resistiu dentro de mim, foi-se o vulcão, ficou a cratera...

Ah! Os encontros desastrados! Fragmentos de momento!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 09.08.2012

13:54 [Tarde]

Estilo: Soneto

Din – Din

 Olha A Lua

De Madrugada...

É O Sono Que Se Foi

Não É Loucura, Não

É Paixão

E Amor

Transformando

O Coração

Nada Mais

De Fanatismo

Nem Flamengo

Ou Coisa Assim

Vou Viver

Diferente

Amando

Cada Vez Mais

Sem Vazio

No Coração

Preenchendo

Tudo Com Deus

Vivendo

Intensamente

Cada Minuto

Olhando A Lua

As Estrelas

E Todos Os Astros

Enfim E Tendo

Sempre Certeza

Que Tudo Foi

Deus Que Fez. 

Dinafly

 

À Dinancy Pires da Silva

 

Não faz muito tempo, passei naquele lindo lugar, Dina,

Em que brincamos no igarapé, eu menino e tu menina!

De água cristalina... A gruta ainda está lá, no roncador...

Lembro-me dos beijos e abraços, das juras de amor!

 

Depois voastes feito uma andorinha, sem casa, no verão,

Parece que passou uma eternidade até que te encontrei!

Continuavas a mesma, no olhar, no beijo e no coração...

A cabeça era outra, a mudança era visível, confesso, errei!

 

Pensei que ainda te conhecia, melancólica alma que amo!

Na paz que carregas no peito, te descobristes nova mulher,

Ao olhar para as outras criaturas e me ouves quando clamo!

 

É a felicidade quando vemos um dom imanente, profundo...

Aflorar no outono da vida, saber que há muitas almas a colher!

Neste imenso jardim maravilhoso de Deus que é o mundo.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 22.04.2016

18h51min [Noite]

Estilo: Soneto

Dilma Ponte

 

A flor que nasceu no Delta do Parnaíba e cresceu sorvendo

A essência do próprio néctar, posto que é pura sapiência!

Hora deslizava sua pena a escrever da magia, absorvendo

A energia do mar... E hora transcrevia do rio, com ciência!

 

Sabe contar as histórias da vida sem lero lero e é mui gentil

No trato das palavras e em colocações divinas na literatura!

Tem já seu nome reconhecido dentro e fora do nosso Brasil,

E é feliz por fazer parte dessa imortalidade, é doce aventura!

 

Nós mortais, agradecemos aos céus, por, com Dilma conviver,

E sermos contemporâneos de escritora com tal envergadura!

Exemplo de talento na arte literária e acadêmica, e, descrever,

 

Toda essa alegria e simpatia é para mim como uma semeadura

Da mais pura semente que ficará pra sempre na terra plantada,

Brotará com frutos pra toda a eternidade e ela ficará encantada.

Diferente

 

Nada era igual

Na minha terra natal...

 

Nada era como antes,

E a dor persistia...

 

E a dúvida me invadia!

Quem é esse povo?

 

Deus da minha salvação,

Cuida do meu coração!

 

É uma gente diferente,

Parece que não conheço,

 

Onde estão os amigos

Que eu deixei por lá?

 

Meus familiares e parentes,

Estou perdido nesse olhar...

 

Fotos, fotos, fotos e pessoas,

Pessoas, pessoas... Ninguém!

 

Não conheço mais a minha

Terra, estou perdido!

 

Tudo se foi...

E eu também!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 29.10.09

10:53hs

Diego Mendes Sousa

 

Príncipe dos poetas parnaibanos em sua pura essência,

Preenchendo todas as lacunas literárias com profusão!

Tens o dom de transformar brisa do mar em imensidão

de palavras poéticas docemente adequadas à vivência!

 

É nesse vai e vem das ondas que nos tornamos fortes,

no quebra mar da vida que fortalecemos a estrutura!

Feito Diego, que é um Posseidon da nossa literatura,

nela mergulha profundo e luta contra todas as hortes,

 

para ter a singular poesia que educa, canta e encanta!

Assim, pedra a pedra, se formam os grandes rochedos,

e na prossecução dos teus escritos, toda alma acalanta!

 

Tal qual os rios de tua terra, que guardam os segredos,

assim, em tua verve nos apegaremos para a eternidade,

em introspecção, segurar a ferro e fogo, nossa felicidade.

Diante da Eternidade II

 

Vislumbro com serenidade

Essa grande possibilidade

De, diante da eternidade

Com toda fraternidade

Reunindo a cidade

A maternidade

Toda idade

Sem nenhuma vaidade

Na maior veracidade

Não mais crueldade

Nem necessidade

Será raridade

Capacidade

Piedade

Conquistar a tal felicidade

Diante da humanidade

Agora e só bondade

Muita fidelidade

Mais caridade

Sem maldade

Ou Saudade

Daí teremos todos igualdade

Sem nenhuma disparidade

Haverá sim, pluralidade

E até racionalidade

A Nacionalidade

Personalidade

E divindade.

Não veremos mais a insanidade

Na mais profunda densidade

Ficou lá na profundidade

Com sua malignidade

E a sua falsidade

Intranquilidade

Impiedade.

Nesse momento toda a mocidade

Terá sempre, assim, imunidade

Dentro da sua simplicidade

Respeitando a virilidade

Amar a modernidade

A generosidade

E moralidade

Serão coisas do passado a ansiedade

A tão ruim e temida perplexidade

E a não menos ruim temeridade

Teremos proporcionalidade

Vigorará a amabilidade

Também viabilidade

E a sociabilidade

Teremos uma grande cumplicidade

Vamos ter a mesma mentalidade

Sem o controle da natalidade

O poder de ter praticidade

Sem essa de autoridade

Temos Intimidade

Com integridade

Continuará a boa e sadia sexualidade

Ainda que sem portabilidade

Não haveria durabilidade

Por causa da dualidade

Muita flexibilidade

Sem finalidade

E qualidade

Será mesmo tudo uma novidade

A senha para essa validade

O espelho o da verdade

No coração celebridade

Espírito da liberdade

De estoicidade

Hombridade.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 09.01.09 

My Heaven

                                    A Minha amiga Giovanna Vieira Quando me dei conta, já estava envolvido, E os sentimentos todos em partes...