Não pela
morte
Que não seja
eterna
Não pela profundidade
Quando o
poço não tem fundo
Não pela
distancia
Quando a
preguiça não deixa ir
Não pelo
trabalho
Que se torna
obsessão
Não pela
televisão
Que mostra o
que não quero ver
Não pelo
filho
Que não
obedece ao pai
Não pela mãe
Que joga o
filho pela janela
Não pelo
namorado
Que diz que
mata por amor
Não pela dor
Que mata aos
poucos o sofredor
Não pelo
preto
Que quer ser
branco
Não pelo
branco
Que não tem
caráter
Não pela
flor
Que e
efêmera
Não pelo
sorriso
Que não
reflete o sentimento
Não pela
intolerância
Que não
resolve as pendências
Não pelo
universo
Que e
desconhecido por nos
E pelo amor
de Deus
Que e tudo
em todos
Para sempre,
amem.
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