Visões do anoitecer,
clarões de luz à meia noite,
luz do alvorecer a
iluminar o meu passado.
Minha mente vai retrocedendo
e apagando, volta tanto
que quando brilha novamente
ainda com certeza sonho.
Minha vida, oh! Sofrimento
eterno de minha alma,
quando ao passado volto,
luzes, o meu ser se acalma.
Mas angustiadamente à luz
da lua da madrugada de
meu ser mergulho
a procura nas matas, lá na
serra, fragmentos felizes
da infância em minha terra.
Mas que distante agora
aquela vida, só quero sim
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