Como fui te quer tanto assim em minha vida,
arrancando de mim meu próprio eu, atrevida!?
Punhal de dor a penetrar meu inocente peito...
Desde minha infância, a modificar meu jeito!
Oh, loucura que me abateu em tenra idade...
Irás assim comigo mesmo até a eternidade?!?
Levo no meu coração as marcas e essa dor...
De me fazer escravo deste terno amor,
Já soluço, choro, imploro, lágrimas que vão...
Felicidade que não aparece, tudo é pura ilusão,
profundidade, no âmago dessa cruel saudade!
Não vivo mais sem ti, minha louca maldade!
Luz bendita do meu caminho... Suave maresia,
consumirás minha alma pra sempre, POESIA.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 30.11.2022
13:17 [Tarde]
Estilo: Soneto
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