[Cantiga para
Rosilda]
Ah! Doce amor de primavera em
flores...
Dançando “isquirumbum, vi a
moreninha!
Batendo as cumbuquinhas...” Mil
amores!
Eu boquiaberto, encantado, ó
menininha!
Do meu coração de menino alegre e
feliz...
Imagens de verdade que me veem à
mente,
Nada mais hoje traduz ou mesmo me
diz,
Da felicidade que eu tinha
antigamente!
Hoje, apenas guardo no peito a
pedra dura,
De uma saudade que teima em não
ir embora...
Fecho os olhos e Rosilda, é
imagem que perdura!
Parece que, quanto mais quero
joga-la fora...
Mais sua imagem é copiada! E...
Se intensifica!
Morrerei, enfim... Oh! Vida que
não se justifica.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 30.07.2013
17h53min [Tarde]
Estilo: Soneto
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