segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Ato Falho

 

Falhar no ato

E atar falhando

De farfalhar dizendo

Que é bom não falhar

De falho só ato

Sem boato de farfalhão

Pois é na falha que se vê

A coisa bem falhada.

Sem dizer que falharia

Fica sem sentido mesmo

Entender a falhacao.

E é assim que não

Podemos mais pensar

Em falharismo, sem

Colocar que isso

Não existe e é puro

Falhartanismo barato.

E muito feio no ato

Falhar... Colocaria em

Risco o cisco, no aprisco

A pobre ovelha falhenta.

Bom mesmo e ver se

Não há falha na palha,

Na pele da santa Filomena.

Eu falho, tu falha, ele falha,

Nós falhamos, vos falhais e

Todos pagam pelo rombo.

Eu esqueço, tu esqueces,

Todos se lascam e e ato falho.

Fatalhidade do ato que não

Desata o no da portuguezanca.

Desesperado falhatorio que

Não desbanca a ignorância.

E um talho na talha da falha,

Geológica ou não, crucial

E nupcial que se falha

Já era o tudo mais dos dois.

E jogar falharina no ventilador.

Que só e dor quando falha.

Isso e filha da falha na

Contracepção da canção

Ou poesia sem nexo ou

Sexo na gravidade da falha...

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 09.10.08

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