Teu rosto em mim reflete todo dia,
E a mansidão do corpo desafia,
Da noite que te quis tão pura...
Essa cruel doença que não cura.
Vem a mim princesa arrependida,
Que te farei novamente destemida,
Na horizontal, de porte sem igual...
Admirando teu corpo já sem mau.
Farei tudo do que é insignificante,
Como disseste há muito no passado,
Pra que fiques muda e só eu cante...
O prazer de um desejo consumado
E choraras o perdido diamante
Por deixares um antigo namorado.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 14.11.08
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