Onde o cosmo se encontra
Eu não sei dizer não,
Talvez numa galáxia assim
Que nem a nossa, sem solução.
Espatifando-se na imensidão,
Do infinito deserto do
Infindável universo.
Por isso eu faço poesia,
Na intenção de não dizer
Coisa com coisa e mesmo
Assim dizer a coisa, como
Ela é, ou não... Mais ou menos.
Chego finalmente ao ponto
Que não transponho e nem
Ponho minha fé em mais nada!
Nada, nada, nada... E mesmo
Assim não atravessa oceano
Algum, nem aqui e nem na
China! Comunista ou não.
Nacionalista ou não.
Não democrática ou talvez,
A volta às origens! Qual?
Alegoria, anarquia, teoria...
Já sei! Ufa! Romaria.
Não. Não é isso não.
Seria então, pirotecnia?
Também não.
Mãenarquia...
Quase.
Monarquia!
Mas, mono é de macaco.
Seria reinado dos macacos?
Sei lá.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 04.10.09
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