Lagrimas que te quero um rio
De águas claras alegria infinda
Tristeza inata presa por um fio
A esperança que seja bem vinda.
Lagrimas não por desamor
Na vida a luta já e demais
Quero ser como uma flor
Ao vento na beira do cais.
Lagrimas que vão ao grande mar
Se juntar a tantas que ali estão
Cansadas talvez de tanto amar...
E não serem correspondidas lá se vão,
Mas se vão tranquilas sem difamar,
Ou magoar, não importa a razão.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 15.11.08
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