Na paz que não tenho no meu silêncio,
Das lágrimas que não rolam pela face...
Dentro de mim tento esconder o disfarce,
De uma batalha já perdida, no have pencil!
Para descrever a cena fantasmagórica,
Que de mim se apodera neste instante!
Vejo a glória do meu rosto tão brilhante,
Tutancamom como múmia pré histórica!
Sou do rio a água, vou aos poucos secando,
Na imensidão dos anos que se passam...
Muitas magoas pelas grotas vão ficando,
E o peso dos muitos dias já me cansam!
Quero o descanso tranquilo de um esquife,
Na eternidade de uma pirâmide Camilife.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 21.08.10
Nenhum comentário:
Postar um comentário