domingo, 6 de abril de 2025

Lembro de dois mil e dezesseis


                                (Dois anos... Uma vida!)

Daquela manhã de treze de fevereiro

Até hoje, é muita saudade, ela ali, tão

Linda e eu a admirá-la, todo faceiro...

Vindas e idas, poesias ao vento, amor

A toda prova e no meu coração a dor!

Juro que irei embora, por causa dela,


Uma decisão que não volto atrás...

Lidarei, sim, triste com essa desilusão

Inda que seja doido não vê-la mais...

Antes sonhar com ela, naquela janela

No florir do amor no seu belo coração

E chorar minha mágoa, bem distante!


Meu diamante em lapidação, a vida

Inda vai te mostrar tudo que o amor

Surpreendentemente é capaz de

Trazer de todo o infinito universo... De

Uma flor, uma estrela... Ah, querida!

Ramos de galáxias, só para ti, amor...

Amar-te-ei sempre, e tu, eternamente?


Poeta Carlos Martins

Aqui, hoje, 13.02.2018

13:13 [Tarde]


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