Em algum lugar
Da vida, presente,
Passado ou futura
Ah! se tem e é um
Governo à altura
De sua ignorância.
Assim é o meu lugar
Lá num pontinho
Do nada nesse
Universo tétrico
Da ida sem vida
E sem vereda certa
Pois não tem um
Sequer que saiba
Consertar o rasgo
Da história da
Administração no
Coração do povo.
Que chora porque
Quer, pois deixa
A ignorância
Interplanetária
Dominar os impulsos
Decisórios da vida.
Lamentações vem e
Vão, arrebentando os
Açudes e rios das
Almas das gentes
Sofridas e tidas
Como miseráveis
Sem ao menos ser!
O que mata é a
Segueira, cívica e
Cultural, intelectual
Ou não, pois a
Inteligência... onde
Está? Ainda virá?
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