O macaco, o menino e o carrinho de brinquedo
É... Quando a
gente pensa que viu tudo,
Na verdade,
não viu nada!
Parece
daquelas cenas que surpreende,
E fica pasmo
e nada entende!
Na imensidão
das terras braspiauienses,
Nos cafundós
do brejo!
Acampamento
sem-terra, com vida, não sei,
Quem quiser
saber, vá lá!
Na estrada
para Palmeirais, onde será isso?
Perto de um
rio ou serra? Sei lá!
Eu sei que
tem bicho, menino e brinquedo,
Com certeza
homens e mulheres!
Coisas da
modernidade... Eu vi na internet,
E reproduzo
aqui ipsis literis! (Na Integra)
O título não
poderia ser mais apropriado:
O macaco, o
Menino e o Carrinho de Brinquedo!
O primeiro
com vida, mas irracional...
O segundo
racional, mas, sem noção, ainda!
O terceiro,
plástico, sem vida, apenas existe,
E os três na
mais perfeita harmonia!
Harmonia da
vida, do tempo e do espaço,
Num planeta
plantado de mistérios!
Como pode ter
algo assim, tão fantasticamente
Incompreensível
como estas três figuras?
Um menino com
um macaco nas costas,
Um carrinho
de brinquedo nas mãos...
Quanta
felicidade está se passando no coração e
O que estaria
passando na sua cabeça?
Tanto
mistério para nenhuma lembrança desse
Menino
gordinho, quando crescer!
Mas a imagem
está eternizada, como aquela
Da moça
quando explodiu a bomba em Hiroshima.
Poeta Camilo Martins
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