Nesta pobre luz
que brilha em escuro horizonte,
Em toda a
extensão das nossas fracas mentes...
Não somos mais
que abutres, buscando em fonte
Podre a essência
da leitura, carniças por sementes!
As visões que se
nos apresentam como imagens,
Somos obrigados a
lê-las, uma a uma, contrariados!
Subversivas
palavras grifadas em todas as paisagens!
E do nosso verde
da inocente vida somos repatriados...
Enganos
literários, subliteratura e uma vida bem vazia!
Memória sendo
desprogramada, futuro longe e incerto,
Reprises de
filmes de uma civilização que no lodo jazia!
Festas infernais,
carnais e canibais mentais por perto...
Ilusionistas de
escritas em tons de cinza, azul, amarelo...
Cuidado! É muita
podridão de escritas indo para o prelo.
Poeta Camilo
Martins
Aqui, hoje,
14.03.2015
08h21min [Manhã]
Estilo: Soneto
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