E muito mais até do que um turbilhão
Do mais profundo de todos os oceanos
Este passar dos meus vis e tristes anos
Preso na cela número um, nono pavilhão.
De lá sai para a mais pura liberdade
Do pesadelo mau daquela escravidão
Acorrentado as grades do teu coração
Quase perdi a vida na primeira idade
A minha conquista e um grande marco
De quem na vida pensa viver em paz
Mas tem a ciência que o recurso e parco
Mas vale mais ser livre e ser assim capaz
De lutar tranquilo pelo que se quer ter
Do que ser escravo na vida e não viver.
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