Maquiagem
perfeita de
Florestas
desnudas,
Lagos
imperfeito de
Águas
reluzentes,
Ao
sol que nada
Alumia
ao anoitecer,
Lamentações
de uma
Lua
refulgente e bela!
Quero
a tua aréola,
Que
me faz santo...
Olho
a imagem dela,
Na
lucidez do álcool!
Quem
sabe estrelas
Ao
nascer dos sois,
De
todas as nossas
Derradeiras
lágrimas!
Choro
logo ao te ver,
Obscuras
memórias,
E
o frio que me assola,
É
o mesmo que consola!
E
os asteroides debiloides,
Seguem
desorbitados!
Fico
a sorrir ao te perder,
Loucuras
que não percebo!
Imagens
que me apedrejam,
Lamentos
da memória...
Palavrões
que povoam
As
mentes mentirosas!
Nuvens
que vão passando,
Mas
não levam tua desventura!
Contra
mão de muitas vias,
Corações
que não se amam.
Poeta
Camilo Martins
Aqui,
hoje, 29.07.2015
21h39min
[Noite]
Estilo:
Versos livres em oitavas
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