[Á minha amiga escritora e poeta Lisete Napoleão Medeiros]
Viajando pelas estradas do
meu Piauí,
Em sentimentos
melancólicos, por ali,
Olho bem ao longe aquela
linda serra,
Parece que o céu está
beijando a terra!
E nessa essência de visão
sobrenatural,
Numa paz de um mundo,
assim, irreal...
Entre o céu e a terra,
flutua aquela serra!
Tirando-me de minha angustiosa
guerra...
Sei dos teus ais, serra,
sobrevivência hostil,
As escassas gotas de água,
os ventos a mil,
As terríveis feras humanas
devorando tudo!
A tua santa tolerância, em
ambiente mudo!
Assim és, assim serás para
toda a eternidade,
Serra querida, serra do
amor, serra sem idade.
Poeta Camilo Martins
Aqui, hoje, 21.12.2022
19h10min [Noite]
Estilo: Soneto
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