Por
onde andas, o que de ti foi feito,
Amor,
amor de minhas esperanças?
Porque
ainda hoje povoas, com efeito,
Minha
memória das coisas de crianças?
Como
eu queria hoje simplesmente,
Andar
em meio aos meus fantasmas...
Esquecer
abraços e beijo ardente,
Que
inadvertidamente trocamos, mas...
Não
é justo! Crueldade de uma vida inteira!
Sentimentos
armazenados pra eternidade,
Sem
que eu te tenha de nenhuma maneira!
Condenado
pra sempre a nunca ter felicidade.
Isto
é loucura! Corrente de um passado, futuro...
Presente...
Não se rompe, nem vai pro monturo!
Poeta
Camilo Martins
Aqui,
hoje, 08.01.2015
11h39min
[Manhã]
Estilo:
Soneto
Nenhum comentário:
Postar um comentário