Na passagem para o alto fresco, a lagoa!
Eu nunca quis naquela água mergulhar,
Era barrenta, suja, para banho se tomar,
Esperava sempre se tornar uma água boa.
Mas todos esses anos e nunca aconteceu,
Está do mesmo jeito que sempre a conheci!
Bois, bodes, porcos bebendo e o bem-te-vi,
Um tempo até a água em meu nariz fedeu!
E é assim, ora está cheia e água vai embora,
Renovando, fica linda e passeamos ao redor,
Numa paisagem deslumbrante! Ah, que amor!
No verão a água quase acaba e seca a flora!
A lagoa lá da baixa é como o meu coração...
Falta é morrer de tanta saudade nessa estação.
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